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	<title>Notícias e tudo sobre Monkeypox | Saúde e Bem-estar</title>
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	<title>Notícias e tudo sobre Monkeypox | Saúde e Bem-estar</title>
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	<item>
		<title>Vacinação contra MPOX: o que você precisa saber para se proteger</title>
		<link>https://www.expressremocoes.com.br/vacinacao-contra-mpox-o-que-voce-precisa-saber-para-se-proteger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelino Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 20:46:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Monkeypox]]></category>
		<category><![CDATA[MPOX]]></category>
		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde (OMS)]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina ACAM2000]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina Imvanex]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina MPOX]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como as vacinas Imvanex e ACAM2000 estão protegendo contra a MPOX, também conhecida como varíola dos macacos, e saiba quais são as melhores estratégias de vacinação para prevenção e controle de surtos.</p>
<p>O post <a href="https://www.expressremocoes.com.br/vacinacao-contra-mpox-o-que-voce-precisa-saber-para-se-proteger/">Vacinação contra MPOX: o que você precisa saber para se proteger</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.expressremocoes.com.br">Express Remoções</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div role="form" class="wpcf7" id="wpcf7-f189-p189-o1" lang="pt-BR" dir="ltr"><div><div class="wpcf7-form"><div class="fit-the-fullspace"><div><div class="screen-reader-response"><p role="status" aria-live="polite" aria-atomic="true"></p> <ul></ul></div><form action="/tudo-sobre/monkeypox/feed/#wpcf7-f189-p189-o1" method="post" class="wpcf7-form init" enctype="" autocomplete="autocomplete" novalidate="novalidate" data-status="init" locale="pt_BR"><div style="display: block;"><input type="hidden" name="_wpcf7" value="189" />
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<p><label> Seu e-mail<br />
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</p>
<p><label> Assunto<br />
<span class="wpcf7-form-control-wrap" data-name="your-subject"><input size="40" maxlength="400" class="wpcf7-form-control wpcf7-text wpcf7-validates-as-required" aria-required="true" aria-invalid="false" value="" type="text" name="your-subject" /></span> </label>
</p>
<p><label> Sua mensagem (opcional)<br />
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</p>
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<p><strong>A vacinação é uma ferramenta essencial na prevenção da <a title="MPOX" href="https://www.expressremocoes.com.br/mpox-o-que-e-sintomas-diagnostico-e-tratamentos-eficazes/">MPOX</a></strong>, especialmente em situações de surto ou após exposição ao vírus. Atualmente, <strong>as vacinas desenvolvidas originalmente para a varíola humana são utilizadas na prevenção da MPOX, devido à relação genética entre os vírus</strong>.</p>



<p>A <strong>MPOX, conhecida também como varíola dos macacos</strong>, é uma doença infecciosa causada pelo <strong>vírus da MPOX</strong>, pertencente à mesma família do vírus da varíola. Os sintomas incluem febre, erupções cutâneas semelhantes às da varíola e linfadenopatia. A transmissão ocorre principalmente através do contato direto com lesões infectadas ou fluidos corporais, mas também pode acontecer por meio de objetos contaminados.</p>



<p>A <strong>gravidade da MPOX</strong> pode variar, com a maioria dos casos sendo autolimitados e resolvendo-se em algumas semanas. No entanto, a doença pode ser mais severa em pessoas com sistema imunológico comprometido, crianças e gestantes. Embora não seja amplamente endêmica no Brasil e em outras partes do mundo, surtos esporádicos têm sido registrados. A Organização Mundial da Saúde e os centros de controle de doenças estão atentos à situação e recomendam medidas preventivas e de controle para evitar a propagação.</p>



<p>A recente <strong>emergência global da MPOX</strong> gerou preocupações sobre a gravidade potencial da doença, especialmente em regiões onde não é endêmica. Embora não seja tão letal quanto a varíola, a <strong>MPOX</strong> representa um desafio significativo para a saúde pública devido à sua capacidade de causar surtos e à necessidade de vigilância constante e respostas rápidas para conter sua disseminação.</p>



<p><strong>A seguir, detalho as vacinas mais adequadas para a MPOX:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Vacina Imvanex (Jynneos nos EUA)</h2>



<p>A <strong>Imvanex</strong> (conhecida como Jynneos nos Estados Unidos) é uma vacina de vírus vivo não replicante, aprovada para a prevenção da varíola e MPOX. Ela é desenvolvida a partir de uma forma atenuada do vírus Vaccinia, conhecida como <strong>MVA-BN (Modified Vaccinia Ankara – Bavarian Nordic)</strong>. Por ser um vírus não replicante, a vacina não pode causar infecção, sendo segura para pessoas imunocomprometidas.</p>



<p>É recomendada para indivíduos com 18 anos ou mais que estejam em risco de exposição ao vírus da MPOX, como profissionais de saúde, pessoas que tiveram contato recente com o vírus e trabalhadores de laboratórios que manipulam o vírus Orthopox.</p>



<p><strong>Esquema de administração:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Doses:</strong> Geralmente, a vacina é administrada em duas doses, com um intervalo de quatro semanas entre elas.</li>



<li><strong>Via de administração:</strong> A aplicação é subcutânea.</li>
</ul>



<p><strong>Eficácia e proteção:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Proteção contra MPOX:</strong> Estudos indicam que a vacina Jynneos oferece uma resposta imunológica forte contra o vírus da MPOX, com proteção que começa a se desenvolver cerca de duas semanas após a segunda dose.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> A Jynneos é considerada segura, com efeitos colaterais mínimos, como dor no local da injeção, dor de cabeça, fadiga e sintomas gripais leves.</li>
</ul>



<p><strong>Aprovação e uso emergencial:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A vacina Imvanex/Jynneos é aprovada pela Agência Europeia de Medicamentos (EMA) para prevenção da MPOX na Europa e pela Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos. Em situações de surto, as autoridades de saúde podem recomendar seu uso emergencial em populações de alto risco.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Vacina ACAM2000</h2>



<p><strong>A ACAM2000 é uma vacina de segunda geração contra a varíola</strong>, desenvolvida com base no vírus Vaccinia, que se replica de forma limitada no corpo humano. Sendo uma vacina de vírus vivo atenuado, não é recomendada para pessoas com condições imunológicas comprometidas ou problemas dermatológicos, como eczema.</p>



<p>A <strong>ACAM2000</strong> é usada principalmente para vacinar indivíduos em alto risco de exposição ao vírus da varíola, como militares e alguns profissionais de saúde pública.</p>



<p><strong>Esquema de administração:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Doses:</strong> Requer apenas uma dose para induzir imunidade.</li>



<li><strong>Via de administração:</strong> Esta vacina é aplicada através de uma técnica de múltiplas picadas com uma agulha bifurcada, método diferente da administração subcutânea padrão.</li>
</ul>



<p><strong>Eficácia e proteção:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Proteção contra MPOX:</strong> A ACAM2000 é eficaz na indução de imunidade contra MPOX, devido à resposta imunológica robusta que gera contra o vírus Vaccinia.</li>



<li><strong>Segurança:</strong> Pode causar efeitos colaterais mais graves que a Jynneos, incluindo lesões no local da aplicação, febre, inchaço dos gânglios linfáticos e, em casos raros, complicações cardíacas como miocardite e pericardite.</li>
</ul>



<p><strong>Aprovação e uso emergencial:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A ACAM2000 é aprovada pela FDA para prevenção da varíola e pode ser usada fora da indicação original (off-label) para MPOX em situações de surto ou emergência.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Vacinação Pós-Exposição (VPE)</h2>



<p>A vacinação pós-exposição é uma estratégia para prevenir ou minimizar a gravidade da MPOX em indivíduos recentemente expostos ao vírus. É mais eficaz se administrada dentro de 4 dias após a exposição, mas ainda pode reduzir a gravidade dos sintomas se aplicada até 14 dias após a exposição.</p>



<p><strong>Vacinas usadas:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Imvanex/Jynneos:</strong> Primeira escolha devido à sua segurança e eficácia em indivíduos com alto risco de exposição ao vírus MPOX.</li>



<li><strong>ACAM2000:</strong> Pode ser utilizada quando a Jynneos não está disponível, com considerações adicionais para pacientes imunocomprometidos e aqueles com condições dermatológicas pré-existentes.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Considerações gerais para vacinação contra MPOX</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Grupos de Risco:</strong> Além dos profissionais de saúde e indivíduos expostos ao vírus, a vacinação pode ser recomendada para grupos de alto risco, como pessoas que tiveram contato próximo com casos confirmados de MPOX ou que participam de atividades de alto risco.</li>



<li><strong>Contraindicações:</strong> Indivíduos com certas condições de saúde, como doenças cardíacas, imunodeficiências graves ou condições de pele atópica, devem ser avaliados antes da vacinação. A Jynneos é geralmente preferida para essas populações devido ao seu perfil de segurança.</li>



<li><strong>Precauções na Administração:</strong> A vacinação deve ser acompanhada de orientação médica adequada, com informações claras sobre possíveis efeitos colaterais, sinais de reações adversas graves e medidas de acompanhamento.</li>
</ul>



<p>A vacinação continua sendo uma ferramenta valiosa na prevenção da MPOX, especialmente em cenários de surtos e exposições conhecidas. As vacinas disponíveis, como a Jynneos e a ACAM2000, desempenham um papel importante na contenção e controle da doença.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>A&nbsp;<strong><a href="https://www.expressremocoes.com.br/">Express Remoções</a></strong>&nbsp;é uma empresa renomada, conhecida por sua prestação excepcional de serviços de&nbsp;<a href="https://www.expressremocoes.com.br/servico/remocao-de-pacientes/">remoção de pacientes no Rio de Janeiro</a>. Contamos com uma equipe de profissionais altamente qualificados e treinados especificamente para atender a essa demanda.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>MPOX: o que é, sintomas, diagnóstico e tratamentos eficazes</title>
		<link>https://www.expressremocoes.com.br/mpox-o-que-e-sintomas-diagnostico-e-tratamentos-eficazes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Marcelino Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 15:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Organização Mundial da Saúde (OMS)]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra tudo sobre a MPOX, incluindo sintomas, métodos de diagnóstico, tratamentos disponíveis e as medidas de prevenção essenciais para proteger sua saúde e evitar a disseminação dessa doença viral.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div role="form" class="wpcf7" id="wpcf7-f189-p189-o2" lang="pt-BR" dir="ltr"><div><div class="wpcf7-form"><div class="fit-the-fullspace"><div><div class="screen-reader-response"><p role="status" aria-live="polite" aria-atomic="true"></p> <ul></ul></div><form action="/tudo-sobre/monkeypox/feed/#wpcf7-f189-p189-o2" method="post" class="wpcf7-form init" enctype="" autocomplete="autocomplete" novalidate="novalidate" data-status="init" locale="pt_BR"><div style="display: block;"><input type="hidden" name="_wpcf7" value="189" />
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</div><p><label> Seu nome<br />
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<p><label> Assunto<br />
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<p><strong>MPOX, também conhecida como <a href="https://www.expressremocoes.com.br/tudo-sobre/monkeypox/">Monkeypox</a> ou <a href="https://www.expressremocoes.com.br/tudo-sobre/variola-dos-macacos/">varíola dos macacos</a></strong>, é uma doença viral zoonótica que tem ganhado destaque mundial nos últimos dias devido ao seu potencial de propagação e os surtos ocorridos em várias regiões. </p>



<p>Originalmente descoberta em macacos na década de 1950, <strong>a MPOX afeta tanto animais quanto humanos, sendo causada por um vírus do gênero Orthopoxvirus, o mesmo grupo que inclui o vírus da varíola humana</strong>. </p>



<p><strong>Os sintomas da MPOX são semelhantes aos da varíola, incluindo febre, dor de cabeça intensa, dores musculares e uma erupção cutânea</strong> característica que evolui de manchas para pústulas e crostas.</p>



<p>A transmissão da MPOX ocorre principalmente pelo contato direto com fluidos corporais, lesões na pele ou mucosas de pessoas infectadas, além de secreções respiratórias durante contato próximo e prolongado. Embora o risco de disseminação em larga escala seja menor do que o da varíola humana, a MPOX continua sendo uma preocupação de saúde pública, especialmente em regiões endêmicas onde há maior probabilidade de contato com animais infectados.</p>



<p>No que diz respeito ao tratamento, <strong>a gestão da MPOX foca principalmente no suporte sintomático e na prevenção de complicações</strong>. Antivirais específicos, como o tecovirimat, mostraram eficácia em alguns casos, mas seu uso é limitado a contextos específicos e determinados grupos de pacientes. Além disso, a vacinação contra a varíola pode oferecer proteção cruzada, atenuando a gravidade da doença em indivíduos vacinados. Este artigo explora em detalhes a MPOX, seu diagnóstico e os principais tratamentos disponíveis, proporcionando uma visão abrangente para profissionais de saúde e o público em geral entenderem melhor a doença e suas implicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Situação da MPOX no Brasil</h2>



<p>De acordo com as informações mais recentes do Ministério da Saúde do Brasil, atualizadas em 23 de agosto de 2024, não há registros da nova variante da doença (Cepa 1b) no país até o momento. O surto da MPOX em 2024 tem apresentado baixa transmissão fora do continente africano. No Brasil, foram notificados 709 casos confirmados ou prováveis este ano, dos quais 85% envolvem homens, e 42,2% das pessoas afetadas convivem com HIV/AIDS. Desde 2022, houve um total de 16 óbitos registrados no Brasil, sendo o mais recente em abril de 2023.</p>



<p>O Ministério da Saúde está intensificando a vigilância da doença e implementou medidas como a criação de um Centro de Operações de Emergência em Saúde (COE) para monitorar a evolução da MPOX no Brasil, seguindo as orientações da <a href="https://www.expressremocoes.com.br/tudo-sobre/organizacao-mundial-da-saude-oms/">Organização Mundial da Saúde (OMS)</a> e outras instituições.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico da MPOX</h2>



<p>O <strong>diagnóstico da MPOX</strong> requer uma abordagem minuciosa que combina a análise clínica do paciente, a identificação dos sintomas e a confirmação laboratorial por meio de testes específicos, como a reação em cadeia da polimerase (PCR).</p>



<p>Dada a semelhança da MPOX com outras doenças exantemáticas, como a varicela e o sarampo, o diagnóstico diferencial é fundamental para evitar confusões clínicas.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Avaliação clínica e histórico do paciente:</strong> O diagnóstico inicial de MPOX começa com uma avaliação clínica detalhada e a coleta de um histórico médico completo do paciente. Os profissionais de saúde procuram sinais e sintomas característicos da doença, como febre, linfadenopatia (inchaço dos gânglios linfáticos) e uma erupção cutânea específica que evolui de máculas para pústulas e crostas.</li>
</ul>



<p>Além disso, é essencial investigar o histórico de viagens do paciente a áreas endêmicas ou contato com animais potencialmente infectados, como roedores e primatas, bem como com indivíduos que apresentem sintomas semelhantes. Embora esses sinais clínicos sejam sugestivos, a semelhança da MPOX com outras doenças virais, como varicela e sarampo, torna os exames laboratoriais fundamentais para confirmação.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Testes laboratoriais de confirmação:</strong> Para confirmar o diagnóstico de MPOX, testes laboratoriais específicos são realizados, sendo o teste de reação em cadeia da polimerase (PCR) o mais comum e confiável. O PCR é utilizado para detectar o DNA do vírus da MPOX em amostras de lesões cutâneas, incluindo fluídos de vesículas, pústulas ou crostas. A escolha do PCR se deve à sua alta sensibilidade e especificidade, que permitem a detecção precoce da infecção mesmo com uma quantidade mínima de material genético viral presente. Amostras adicionais, como sangue e esfregaços de garganta, também podem ser analisadas em casos específicos para fornecer informações adicionais sobre a infecção e a resposta imunológica do paciente.</li>



<li><strong>Exames sorológicos e cultura viral:</strong> Além do PCR, exames sorológicos podem ser realizados para identificar anticorpos contra o vírus da MPOX no sangue do paciente, o que ajuda a entender se houve uma exposição recente ou passada ao vírus. No entanto, a sorologia tem limitações em sua capacidade de distinguir entre infecções recentes e passadas devido à reação cruzada com anticorpos de outros ortopoxvírus, como o da varíola.</li>
</ul>



<p>A cultura viral, que envolve o cultivo do vírus em laboratório a partir de amostras de pacientes, é outro método para confirmar a presença do <strong>vírus da MPOX</strong>. Contudo, esse método é menos frequentemente utilizado devido à sua complexidade, necessidade de laboratórios especializados e maior tempo para obtenção de resultados.</p>



<p>O uso de múltiplos métodos de diagnóstico, portanto, assegura um diagnóstico mais robusto e preciso, permitindo intervenções médicas adequadas e tempestivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tratamento da MPOX</h2>



<p>Os tratamentos disponíveis para a MPOX hoje são principalmente focados no manejo dos sintomas e na prevenção de complicações. Como não existe um tratamento específico que elimine o vírus da MPOX, as intervenções terapêuticas são voltadas para o alívio dos sintomas, suporte ao sistema imunológico e prevenção de infecções secundárias. Abaixo, detalhamos os principais tratamentos utilizados:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidados de suporte e alívio dos sintomas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Analgésicos e antipiréticos:</strong> Medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno são frequentemente utilizados para reduzir febre, dor muscular e dores de cabeça associadas à MPOX. Esses fármacos ajudam a aliviar o desconforto e melhorar a qualidade de vida do paciente.</li>



<li><strong>Hidratação adequada:</strong> É essencial manter uma boa hidratação, especialmente em casos onde o paciente apresenta febre alta ou diarreia. A reposição de fluidos pode ser feita por via oral ou intravenosa, dependendo da gravidade do quadro clínico.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Tratamento de lesões cutâneas</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cuidados com a pele:</strong> As lesões cutâneas causadas pela MPOX devem ser mantidas limpas e secas para evitar infecções secundárias. Soluções antissépticas podem ser usadas para limpar as feridas, e bandagens esterilizadas ajudam a proteger as áreas afetadas.</li>



<li><strong>Pomadas e cremes:</strong> Pomadas antibióticas podem ser aplicadas em lesões infectadas para prevenir ou tratar infecções bacterianas secundárias. Hidratantes suaves também podem ser utilizados para aliviar a secura e coceira da pele.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Terapia antiviral</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Tecovirimat:</strong> Este é um antiviral aprovado para o tratamento de varíola, que também tem sido utilizado em casos de MPOX. O tecovirimat age inibindo a liberação do vírus de células infectadas, o que ajuda a limitar a propagação da infecção dentro do corpo. É indicado principalmente para casos graves ou em pacientes imunocomprometidos.</li>



<li><strong>Cidofovir e brincidofovir:</strong> Esses antivirais também são usados em casos graves ou complicados de MPOX, especialmente em pacientes imunocomprometidos. Eles atuam inibindo a replicação do DNA viral. No entanto, o uso desses medicamentos é geralmente limitado devido aos potenciais efeitos colaterais, como nefrotoxicidade.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Cuidados hospitalares e suporte avançado</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Isolamento do paciente:</strong> Em casos de hospitalização, é crucial manter o paciente isolado para prevenir a transmissão do vírus a outros. Os profissionais de saúde devem seguir rigorosos protocolos de controle de infecção.</li>



<li><strong>Suporte respiratório:</strong> Em casos graves, onde há comprometimento respiratório, pode ser necessário suporte ventilatório, incluindo oxigenoterapia ou ventilação mecânica.</li>



<li><strong>Tratamento de infecções secundárias:</strong> Pacientes com MPOX podem ser vulneráveis a infecções bacterianas secundárias, especialmente se as lesões cutâneas se tornarem infectadas. Nesses casos, antibióticos específicos são administrados conforme necessário.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Vacinação pós-exposição</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vacinação com Imvanex (ou Jynneos nos EUA):</strong> Esta vacina é indicada para a prevenção da varíola e pode ser usada em casos de exposição ao vírus MPOX como uma medida de pós-exposição. A vacinação pode ajudar a reduzir a gravidade dos sintomas e prevenir o desenvolvimento da doença em indivíduos recentemente expostos.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Aconselhamento e suporte psicológico</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Apoio psicológico:</strong> Dado o impacto psicológico e emocional da doença, incluindo o estigma associado às lesões cutâneas, o apoio psicológico e aconselhamento são componentes importantes do manejo da MPOX, ajudando os pacientes a lidar com o estresse, <a title="ansiedade" href="https://www.expressremocoes.com.br/dor-no-maxilar-pode-ser-sintoma-de-ansiedade/">ansiedade</a> e possíveis sentimentos de isolamento social.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">Monitoramento contínuo e prevenção de complicações</h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Monitoramento da evolução da doença:</strong> O acompanhamento regular da evolução clínica do paciente é essencial para ajustar o tratamento conforme necessário e identificar precocemente possíveis complicações, como infecções secundárias ou problemas respiratórios.</li>



<li><strong>Educação sobre prevenção:</strong> Orientar o paciente e a comunidade sobre práticas de higiene, isolamento adequado e cuidados domiciliares é fundamental para evitar a disseminação do vírus e proteger outros membros da família e contatos próximos.</li>
</ul>



<p>A MPOX, embora ainda seja uma doença com surtos limitados fora das regiões endêmicas, representa uma preocupação crescente de saúde pública devido ao seu <strong>potencial de transmissão entre humanos</strong>. </p>



<p>Com a evolução das abordagens diagnósticas e a disponibilidade de tratamentos específicos, como o tecovirimat, é possível gerenciar a doença de maneira mais eficaz, especialmente em casos graves ou em pacientes imunocomprometidos. </p>



<p>No entanto, a prevenção continua sendo a melhor estratégia, enfatizando a importância da vigilância ativa, educação em saúde e vacinação pós-exposição. O fortalecimento das medidas de controle e a <strong>conscientização sobre a MPOX</strong> são essenciais para limitar a propagação do vírus e mitigar seus impactos, protegendo tanto os indivíduos quanto as comunidades. </p>



<p>Combinando esforços globais e locais, é possível reduzir os riscos associados à MPOX e evitar que essa zoonose cause surtos mais amplos no futuro.</p>



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		<title>Brasil ultrapassa 4 mil casos de varíola dos macacos; confira</title>
		<link>https://www.expressremocoes.com.br/brasil-ultrapassa-4-mil-casos-de-variola-dos-macacos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[César Canteiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 15:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Monkeypox]]></category>
		<category><![CDATA[Varíola dos macacos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Número de casos vem aumentando e o Ministério da Saúde divulgou alguns cuidados especiais</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div role="form" class="wpcf7" id="wpcf7-f189-p189-o3" lang="pt-BR" dir="ltr"><div><div class="wpcf7-form"><div class="fit-the-fullspace"><div><div class="screen-reader-response"><p role="status" aria-live="polite" aria-atomic="true"></p> <ul></ul></div><form action="/tudo-sobre/monkeypox/feed/#wpcf7-f189-p189-o3" method="post" class="wpcf7-form init" enctype="" autocomplete="autocomplete" novalidate="novalidate" data-status="init" locale="pt_BR"><div style="display: block;"><input type="hidden" name="_wpcf7" value="189" />
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<p>O Brasil ultrapassou a marca de 4 mil casos confirmados de <a href="https://www.expressremocoes.com.br/variola-dos-macacos-o-que-e-quais-sao-os-sintomas-e-riscos/"><strong>varíola dos macacos</strong></a> – ou monkeypox, de acordo com o Ministério da Saúde.</p>



<p><strong>A principal forma de transmissão da varíola dos macacos é por meio do contato direto pessoa a pessoa, chamado de pele a pele</strong>. O contágio pode acontecer a partir do contato com lesões cutâneas, crostas ou fluidos corporais de uma pessoa infectada, pelo toque em objetos, tecidos (roupas, lençóis ou toalhas) e superfícies que foram usadas por alguém com a doença, além do contato com secreções respiratórias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se prevenir da Varíola dos Macacos?</h2>



<p>O Ministério da Saúde recomenda <strong>evitar contato próximo com pessoas com suspeita ou diagnóstico da doença</strong>, além da higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel antes de comer ou tocar no rosto como uma medida de prevenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais sintomas</h2>



<p><strong>A varíola dos macacos, na maioria dos casos, evolui sem complicações e os sinais e sintomas duram de duas a quatro semanas</strong>. As manifestações clínicas habitualmente incluem lesões na pele na forma de bolhas ou feridas que podem aparecer em diversas partes do corpo, como rosto, mãos, pés, olhos, boca ou genitais. No entanto, o surto atual da doença tem apresentado características epidemiológicas diferentes, com sintomas que podem ser bastante discretos.</p>



<p>Na forma mais comum documentada da doença, <strong>os sintomas podem surgir a partir do sétimo dia com uma febre súbita e intensa</strong>. São comuns sinais como dor de cabeça, náusea, exaustão, cansaço e principalmente o aparecimento de inchaço de gânglios, que pode acontecer tanto no pescoço e na região axilar como na parte genital.</p>



<p>Já a manifestação na pele ocorre entre um e três dias após os sintomas iniciais. Os sinais passam por diferentes estágios: mácula (pequenas manchas), pápula (feridas pequenas semelhantes a espinhas), vesícula (pequenas bolhas), pústula (bolha com a presença de pus) e crosta (que são as cascas de cicatrização).</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p>Fique atento aos sintomas e dirija-se a um pronto socorro caso esteja desconfiado da enferimidade. </p>



<h2 class="wp-block-heading">Emergência 24 horas</h2>



<p>Agora que você já sabe mais sobre a varíola dos macacos e como avaliar, fique atento no nosso blog para mais dicas de saúde e bem estar.</p>



<p>Sempre que precisar de ajuda de profissionais altamente capacitados para atender e zelar pelo bem estar da sociedade, entre em contato conosco. Conte com os serviços de <a href="https://www.expressremocoes.com.br/servicos/emergencias-medicas-24h/"><strong>Ambulâncias 24 horas</strong></a> e <strong><a href="https://www.expressremocoes.com.br/servicos/emergencias-medicas-24h/">Emergências Médicas</a></strong> da <a title="Express Remoções" href="https://www.expressremocoes.com.br/">Express Remoções</a>.</p>



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